Então a criança esperta aqui de casa me mostra do que elas (as crianças espertas) são capazes.
Acorda da soneca da tarde, e pede: “Deitá na cama da mamãe.” Eu a carrego para a minha cama, cheia de mimos e saudades antecipadas – em outro post eu conto porquê – e a deito na cama. Ela imediatamente pede: “Deita, mamãe.” Aí ela encosta no meu braço e pergunta: “O que é isso?” Eu digo: “roupa”. Ela completa: “Rôpa vêde da mamãe.” Sim, eu estou de verde. Depois ela aponta para cima e pergunta mais uma vez o que é isso. Eu respondo: “Ventilador.” Ela repete: “ventiladô.” Por fim ela aponta outra coisa no teto, pergunta e eu respondo: “luz.” Aí ela diz: “Lâmpada.”
Agora há pouco a minúscula estava andando pela casa repetindo: “Puxa vida!” Eu perguntei o que aconteceu, ela me disse: “Milho quelido.” Ufa, ela tá repetindo os diálogos da Uniqua, dos Backyardigans. Porque um bebê dizendo puxa vida é demais.
Eu sei, eu sei que vocês também devem estar espantados. Alguns com a genialidade dessa menina, outros com a falta de noção da mãe. Mas vou fazer o quê, se ela É gênio?


Um comentário:
neste mundo de tanto correria, como é bom ver uma mãe com tempo para estar atenta às qualidades da filha...
amo vcs
bjs
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