Minhas aulas acabaram no meio de julho, e a primeira pessoa a perceber a diferença foi a Fefê.
Eu poderia dizer que ela está mais grudada em mim, que me solicita mais, que percebe que a mãe está sempre por perto e faz questão de saber que está também à sua disposição. Com isso eu ganho várias demonstrações de carinho por dia, ganho mais beijos, mais abraços, mais sorrisos e “tudo bem, mamãe?” . Com isso também a Fefelita parece uma menina mais exigente e menos acessível às outras pessoas.
Mas dizer só isso não seria honesto. Eu tenho que confessar que a segunda pessoa que percebeu a diferença de estar mais tempo com a Fernanda foi eu mesma. Então eu também me grudo mais nela, e atendo a todos os chamados e tenho cada vez menos vontade de ficar longe dela.
Não, racionalmente, não é a melhor opção. Mas é tão bom. E, de qualquer forma, é temporário, ano que vem estaremos com outras atividades, a nossa rotina voltará à que tínhamos ano passado, e que não era ruim. Agora tenho que admitir que, apesar de continuar achando que a Fefelita terá dificuldade em se adaptar quando for para a escolinha ano que vem, a adaptação mais difícil será mesmo a minha.


2 comentários:
Cas, mimosa!
Tu acredita que eu entrei aqui no blog ontem, li o teu texto e NÃO LEMBREI que ontem era teu aniversário?!?! Vi a tua fotinho com a Fernanda e as lamparinas do meu juízo nem piscaram... Realmente a idade tá acabando comigo, só pode ser isso!
Desculpa o atraso, te amo e te desejo um feliz aniversário atrasado!
beijos, Luti.
estou ansiosa esperando esta gatinha com sua familia
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